sexta-feira, agosto 21, 2015

CAMI EM BRASILIA: 11 E 12 DE SETEMBRO

Curso de Atualização em Medicina Intensiva (CAMI) da AMIB.

11 e 12 de setembro de 2015 (sexta e sábado)

Brasilia- DF

Revisão dos principais temas de Terapia Intensiva em 22 aulas de 35 minutos cada.

Instrutores: Flávio Nácul, André Japiassú, Kelson Veras.

Organização: SOBRATI & AMIB

Vagas limitadas

sexta-feira, agosto 14, 2015

MONITORIZAÇÃO HEMODINAMICA 5/10

Embora os livros definam valores normais para debito (> 4L/min) e índice cardíaco (>2,2 L/min/m2), na realidade não existe um valor de débito ou índice que possam ser considerados normais para todos. Existe um débito ou índice adequado e um inadequado. Por exemplo, um IC de 2,1 L/min/m2 embora numericamente baixo pode atender as demandas metabólicas de um paciente (PA, diurese e lactato normais) e ser adequado, enquanto um IC de 2,8 L/min/m2, numericamente normal, pode não atender as demandas e ser inadequado.

Flavio E.Nacul

sábado, agosto 08, 2015

MONITORIZAÇÃO HEMODINÂMICA 4/10

Existem várias ferramentas para medir o débito cardíaco (determinante mais importante da oferta tecidual de oxigênio): ecocardiograma, cateter de artéria pulmonar, Doppler esofágico, análise do contorno do pulso (Picco, Lidco plus, Lidco rapid, Vigileo, EV1000/VolumeView).

Flávio E. Nácul

sexta-feira, agosto 07, 2015

REVISÃO DE MONITORIZAÇÃO HEMODINÂMICA 3/10

Choque críptico ou compensado ou oculto = presença de choque sem sinais clínicos (ausência de hipotensão, redução da diurese, rebaixamento da consciência e lentificação do enchimento capilar). O diagnóstico é realizado através de exames laboratoriais (hiperlactatemia, redução da ScVO2, acidose metabólica, aumento do delta PCO2).

Flávio E. Nácul

REVISÃO DE MONITORIZAÇÃO HEMODINÂMICA 2/10

Choque significa redução da oxigenação tecidual.

Sinais e sintomas de choque: hipotensão arterial, redução da diurese, lentificação do enchimento e capilar e rebaixamento do sensório.

Exames laboratoriais sugestivos de choque:  hiperlactatemia, redução da ScVO2, acidose metabólica, aumento do delta pCO2.

Flávio E. Nácul

quinta-feira, julho 30, 2015

REVISÃO DE MONITORIZAÇÃO HEMODINÂMICA 1/10

Os determinantes da oferta tecidual de oxigênio (DO2) são o débito cardíaco (DC), concentração plasmática de hemoglobina (Hb) e saturação arterial de oxigênio (SaO2).

DO2 = DC X Conteúdo arterial de oxigênio (CaO2)

CaO2 = 1,39 Hb x SaO2

Então: DO2 = DC x 1,39 Hb x SaO2


Flávio E. Nácul

domingo, julho 12, 2015

620 MIL VISUALIZAÇÕES

O nosso blog estará alcançando nos próximos dias a marca de 620 mil visualizações.

Atualmente temos 321 seguidores.

Flávio E. Nácul

terça-feira, julho 07, 2015

AS MELHORES UNIVERSIDADES DOS BRICS

Na lista das 10 melhores universidades dos BRICS (Brasil, Russia, India e China), 7 são chinesas, 1 brasileira, 1 da Índia e 1 da Rússia.

A única brasileira é a USP que ocupa o nono lugar.

A melhor é da China: Universidade Tsinghua
As segunda e terceira colocadas também são da China.


Flávio E. Nácul

sábado, julho 04, 2015

Conflitos são inevitáveis, mas também oportunidade de melhoria



"The essentials of conflict management". Pauldine R & Dorman T. ICU Management 2005; vol 5(3).

Conflitos na equipe da UTI são comuns e podem levar a perda de eficiência. Podem gerar impacto para segurança do paciente. Algumas fontes são: necessidades individuais, preferências e valores que diferem do grupo. Outras causas: redução do número de especialistas; diversidades culturais e de gêneros; fadiga, deprivação de sono, estresse. Conflitos ocorrem comumente nas UTIs talvez porque há rotatividade aumentada de equipe, pacientes e familiares. Outra fonte mais "moderna" atualmente é a comunicação por tecnologia (ausência de contato humano, ex. email e celulares).

Os autores listam as técnicas de manuseio de conflitos, do ponto de vista de gestão:


André Japiassú

domingo, junho 28, 2015

Comparação entre Early-goal directed therapy 2001 vs 2015

Mais uma evidência cai, depois de quase 15 anos seguindo como standard de tratamento da sepse grave. Ok que é difícil implementar o EGDT clássico. Ok que a gente sempre achou que transfundir para manter o hematócrito acima de 30% seria iúntil na maioria dos pacientes. Mas o tratamento usual, principalmente nos Estados Unidos, Austrália e boa parte da Europa ficou muito bom, se comparamos com a década de 90. A antibioticoterapia e a reposição volêmica é rápida, dentro de 1 hora após diagnóstico. E a otimização hemodinâmica não parece ser tão importante para a maioria dos pacientes. Só não tenho certeza se já temos o tratamento usual (que é muito bom) na maior parte do Brasil...
André Japiassú

sábado, junho 20, 2015

DIRETORES DA SOPATI LANÇAM LIVRO DE MEDICINA INTENSIVA


 

No dia 22 de junho de 2015 as 10 horas, no Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP), acontecerá o lançamento do livro Medicina Intensiva: Abordagem Prática segunda edição.  A obra, da editora Manole, foi escrita pelos Drs. Luciano Azevedo (diretor cientifico adulto da SOPATI), Leandro Utino Taniguchi e José Paulo Ladeira (diretor tesoureiro da SOPATI), intensivistas do HC, com excelência na área.

A publicação é um componente da série Abordagem Prática, editada por profissionais da Disciplina de Emergências Clínicas da instituição.

“A primeira edição do livro se converteu em um grande sucesso, tendo vendido mais de 8000 exemplares em dois anos de publicação. Isso nos motivou a revisar e atualizar cuidadosamente o livro para essa segunda edição, inclusive acrescentando capítulos que acreditamos serem muito úteis aos profissionais de UTI no seu dia-a-dia como ultrassonografia em UTI, pós-operatório de cirurgia cardíaca e delirium”, conta o Dr. Luciano Azevedo.

O livro é dividido em seis seções, que abordam: cardiologia intensiva e hemodinâmica, infectologia, neurointensivismo, nutrição e metabolismo, pneumologia intensiva, trauma e cirurgia.

A principal novidade de Medicina Intensiva: Abordagem Prática, segundo o Dr. Luciano, é que o seu formato implica em um acesso simples e direto à informação, facilitando a consulta e a tomada de decisão no sempre atribulado ambiente das UTIs brasileiras.

“Existe uma carência de publicações em medicina intensiva que tragam essa abordagem mais simples, com pouca discussão de fisiopatologia e enfatizando os aspectos terapêuticos das condições críticas. Além disso, este livro é o material didático do Curso Nacional de Atualização em Terapia Intensiva, um curso presencial e online, promovido por professores da Disciplina de Emergências Clínicas da USP, neste ano de 2015”, explica.

O livro conta com registros das experiências dos autores no ensino aos estudantes e residentes das UTIs da Disciplina de Emergências Clínicas do HC-FMUSP, enriquecendo ainda mais o seu conteúdo.

 

quinta-feira, maio 21, 2015

CONGRESSO DA SOTIERJ

10 a 13 de junho de 2015

Local: Colégio Brasileiro de Cirurgiões

Rua Visconde Silva 52, Botafogo

Rio de Janeiro - RJ

Informações: www.sotierj.org.br

terça-feira, maio 12, 2015

HIPERTERMIA MALIGNA


A hipertermia maligna é uma afecção hereditária e latente, caracterizada classicamente por uma síndrome hipermetabólica em resposta à exposição aos anestésicos voláteis (halotano, enflurano, isoflurano, sevoflurano e desflurano) e/ou succinil-colina. O quadro clínico inclui hipertermia, rigidez muscular, instabilidade hemodinâmica (hiper ou hipotensão arterial), sudorese profusa, taquicardia, taquipnéia, elevação do CO2 exalado e rabdomiólise associados a elevação da CPK e mioglobina plasmáticas. O tratamento consiste em suporte clínico e uso de dantrolene.

 

Flávio E. Nácul

sexta-feira, maio 08, 2015

600 MIL VISUALIZAÇÕES

O nosso blog atingiu ontem a marca de 600 mil visualizações!!!!

Contamos no momento com 309 seguidores.

Mandamos um forte abraço para aqueles que nos acompanham.

Flávio Nácul

terça-feira, maio 05, 2015

ALBUMINA TEM MUITO SÓDIO?

A solução de albumina a 20% contem aproximadamente 145 mEq de sódio por mL (pode variar 10 mEq para cima ou para baixo). Por outro lado, o soro fisiológico contem 154 mEq de sódio por mL. Portanto, o conteúdo de sódio do soro fisiológico é superior ao da albumina.

Flávio E. Nácul